30/04/2011

O 1º de Maio é amanhã


Vamos comemorar o 1º de Maio




As muitas razões para participar no 1º de Maio em Castelo Branco

http://www.youtube.com/watch?v=ASyWMZARbKc


Ler aqui o manifesto do 1º de Maio

29/04/2011

As obras do sr. Morão/PS - O centro da cidade

Mais um remendo! ... e não será o último

Neste blog, em 18 de Março deste ano, sugeríamos com fotografia e tudo a remodelação de uma estranha "escadaria" que provocou algumas quedas. A necessidade era evidente. Via-se à vista desarmada que a ideia de fazer aquele trabalho tinha sido "luminosa". Daí que se impunha a alteração para evitar males maiores. Não é preciso dizer que era mais uma das "pérolas" das obras do sr Morão/Pólis/PS.
Não temos a pretensão de considerar que a nossa sugestão foi lida e aceite. No entanto, o que é facto é que a alteração foi iniciada e esperemos que corrijam a asneira. Contudo, o esbanjamento de dinheiro já ninguém consegue evitá-lo e mais uma vez os responsáveis ficam impunes. É também destas despesas desnecessárias, resultantes da incompetência, que a crise do país "vive".
Aqui ficam as fotos do remendo para que tirem conclusões.














26/04/2011

25 de Abril Sempre!


NUNCA ESQUECEREMOS!

O 25 de Abril será sempre uma data incontornável na história do Povo Português, independentemente das tentativas daqueles que tentam esconder as malfeitorias que fizeram e tentam fazer, adulterando o sentido e o significado daquela data.
O meu amigo Carlos Vale deixou-me um comentário sobre o assunto e que eu deixo aqui para pôr os pontos nos ii:

Quando hoje o nosso país atravessa uma profunda crise económica e social, causada por 35 anos de políticas de direita, quando se colocam em causa os direitos inalienáveis do povo e dos trabalhadores - o direito à saúde, à educação, ao salário e a uma reforma digna, e o direito ao próprio trabalho - quando hoje estão de novo e fortemente ameaçadas a própria independência e a soberania nacionais, faz ainda sentido, se tal se pode dizer, lembrar e comemorar esta data histórica que a todos nos fez sonhar um outro País de liberdade, de igualdade e desenvolvimento. Faz ainda mais sentido porque Abril trouxe a dignidade e o respeito por quem trabalha - instituiu, por exemplo, o Salário Mínimo Nacional; trouxe o Serviço Nacional de Saúde e o sistema de ensino democrático para todos jovens portugueses - e porque Abril permitiu reconquistar a independência e soberania nacionais, libertando o País do labéu de país colonizador e libertando-o, simultaneamente, da afronta vergonhosa, de país colonizado pelo imperialismo. Nós não somos daqueles que já só se limitam a lembrar a simbologia e as memórias do 25 de Abril. Os portugueses têm uma Constituição da República que encerra muitos dos valores e direitos conquistados com a revolução, que temos o dever de exigir que seja cumprida. Não, não é só simbologia e memórias.São direitos e deveres, duramente conquistados. A Constituição da República é Património do 25 de Abril e da democracia. Património que necessita de ser defendido dos ataques que tem sido alvo. E, só a unidade de todos poderá impedir tais intentos. O povo só ficaria a perder. Continuamos a pensar que vale a pena lutar. Em democracia, o poder, o verdadeiro poder reside nos cidadãos, no povo, em cada um de nós. O poder, somos nós! Não há verdadeira liberdade, não há verdadeira democracia, sem haver uma verdadeira justiça social. Viva o 25 de Abril. Carlos Vale

25/04/2011

As múmias acordaram!

O que fizeram enquanto o Portugal saído do 25 de Abril era afundado, maltratado, arruinado, enxovalhado, envergonhado, pelos coveiros de sempre?
Não é preciso nomeá-los, eles andam aí...

24/04/2011

A Juventude CDU apresenta medidas


Juventude CDU
20 medidas urgentes para a juventude


23-Abr-2011

20 Medidas para Já!

1. Passagem a efectivos de todos os trabalhadores com contratos a prazo em funções de carácter permanente
2. Passagem imediata a contrato de trabalho de todos os falsos recibos verdes;
3. “A trabalho igual, salário igual”, fim da descriminação salarial dos jovens e das mulheres
4. Alargamento do acesso e período de atribuição do subsídio de desemprego;
5. Imposição pela Caixa Geral de Depósitos de um spread máximo de 0,5% no crédito à habitação e desenvolvimento de uma politica pública de habitação;
6. Educação Sexual de forma transversal e em todas as disciplinas;
7. Passagem para o Estado das escolas públicas e extinção da Empresa Parque Escolar;
8. Gratuitidade de todos os manuais escolares durante a escolaridade obrigatória;
9. Valorização da avaliação continua e o fim dos exames nacionais;
10. Mais funcionários e melhores condições para as escolas!
11. Redução dos custos de frequência no ensino superior com a revogação da Lei de Financiamento e o fim das propinas;
12. Aumento do número e dos valores das bolsas e alargamento da oferta e redução de preço dos apoios indirectos (cantinas, residências, etc.)
13. Saída das empresas da gestão das Instituições, revogação do Regime Jurídico das Instituições do Ensino Superior e saída de Portugal do Processo de Bolonha;
14. Fim do apoio e presença nas guerras de ocupação;
15. Fim das limitações e mais apoios à participação associativa, Revogação da Lei do Associativismo Juvenil e da portaria 1276/2010;
16. Redução das taxas do IVA de todos os produtos de fruição e produção cultural
17. Criação de espaços públicos e gratuitos para prática desportiva;
18. Gestão pública dos transportes colectivos com preços socialmente justos e criação de um passe social para jovens com menos de 30 anos;
19. Defesa da eficiência e poupança energéticas e investimento em energias renováveis e sustentáveis.
20. Não ao nuclear

23/04/2011

25 de Abril sempre!

SEMPRE 25 DE ABRIL!

Hoje é dia mundial do livro

Para o celebrar a editora ALMA AZUL ofereceu no mercado municipal livros a todos os visitantes.
Um bonito e importante gesto neste dia do livro, como forma de o divulgar e incentivar a leitura.
Nada mais apropriado do que um livro dedicado à cozinha e à alimentação no local onde se vendem e compram alimentos.

20/04/2011

A Lista da CDU - Castelo Branco


Lista da CDU no círculo eleitoral de Castelo Branco às eleições Legislativas de 5 de Junho de 2011


Vitor Reis Silva, Professor, 53 Anos, residente no concelho da Covilhã, Director do Agrupamento de escolas Entre-Ribeiras, eleito na AM da Covilhã, membro da DORCB do PCP e do seu executivo



Joaquim Bonifácio da Costa, Arquitecto, Professor na ESART em Castelo Branco, 55 anos, residente em Castelo Branco, militante do PEV- Partido Ecologista os Verdes


Marisa Gonçalves Tavares, Operária Têxtil, 27 anos, residente no concelho de Belmonte, Dirigente Sindical, membro da DORCB do PCP




António Fernandes de Matos, Economista - Professor na UBI, residente no concelho da Covilhã, dirigente sindical, membro da DORCB do PCP




Catarina Ventura Gavinhos, Professora na Escola Superior Agrária – Castelo Branco, 39 anos, residente no concelho do Fundão, independente



Marta Rodrigues Pombo, Auxiliar de acção directa, 34 anos, residente no Tortosendo concelho da Covilhã, militante do PCP

Mário Caeiro Quintas, Funcionário Público, 50 anos, residente no concelho de Castelo Branco, dirigente sindical, militante do PCP

Isilda Laranjeira da Silva, Enfermeira, 36 anos, residente no concelho de Vila de Rei, membro da DORCB do PCP

19/04/2011

O PCP recusa reunir com a "troika" - FMI, BCE, UE

A declaração de Jerónimo de Sousa - a recusa da legitimação da intervenção



1. O PCP foi hoje contactado para um encontro com o grupo do FMI, União Europeia e BCE, executor de uma ilegítima intervenção externa em Portugal.

Arvorando-se já em mandantes do país, este contacto integra e insere-se no processo de ingerência, roubo e desastre dirigido contra o país que o PCP rejeita e combate. Um processo que, não resolvendo nenhum problema do país, constituirá um novo e mais grave factor de agravamento da exploração dos trabalhadores, de ampliação da injustiça e desigualdades sociais, de declínio económico e de dependência externa.

2. Perante este rumo desastroso e num momento crucial para o país, o PCP diz Não! a este caminho de afundamento e de comprometimento do futuro de Portugal. Há alternativa. O PCP diz Sim! a uma política patriótica e de esquerda, que no imediato impõe a renegociação da dívida externa (prazos, juros e montantes); a diversificação das fontes de financiamento; a acção convergente com outros países vítimas da especulação financeira e do Euro; a aposta na produção nacional (produzir mais para dever menos); a redução das importações, a par do aumento das exportações e a diversificação das relações comerciais.

3. Em coerência com esta posição, essencial à defesa dos interesses nacionais, o PCP rejeita o seu envolvimento num processo que constitui uma inaceitável atitude de abdicação e submissão nacional. Reafirmando a sua determinação de intervir a todos os níveis na defesa dos interesses do país e colocando a exigência de informação, a que institucional e politicamente tem direito, o PCP transmitiu já a sua recusa à reunião proposta.

4. Esta mesma posição foi expressa pelo PCP ao Primeiro-Ministro com inteira clareza, afirmando a sua frontal rejeição a uma intervenção externa, em si mesmo comprometedora do futuro da vida dos portugueses, do país e das suas perspectivas de desenvolvimento soberano.Rejeição que não anula a exigência e direito do PCP de ser informado pelo Governo português do conjunto de dados e elementos sobre a real situação financeira, económica e orçamental do país, os seus concretos compromissos e as disponibilidades e recursos próprios.

Informação que, para lá de qualquer dimensão negocial que em absoluto rejeitamos, constitui um direito inalienável e inquestionável que não pode nem deve ser comprometido pelo posicionamento por parte do PCP no sentido de se opor a um processo e a uma intervenção que só contribuirá para manietar o país, aprofundar a sua subordinação ao capital internacional e justificar mais exploração, injustiças e pobreza.
Informação que, mesmo no quadro das suas funções de gestão, só o Governo e as instituições nacionais vocacionadas para o efeito devem dar e não qualquer entidade estrangeira ou supranacional sem legitimidade.

5. Perante o contacto hoje recebido que contraria estes pressupostos de relacionamento, que o PCP não pode aceitar, reafirma-se a exigência da informação que é devida, hoje mesmo reiterada junto do Governo.

6. Perante esta intervenção externa e o que lhe está associado – roubo nos salários, cortes nas prestações sociais, redução das funções sociais do Estado, privatizações, apoios à banca e aos grupos económicos, recessão, alienação de importantes parcelas da soberania nacional – o PCP reafirma ao povo português que pode contar com a sua luta e intervenção para lhe fazer frente e a derrotar.

Perante esta afronta ao povo português, é preciso haver quem diga Não!. É essa atitude que o PCP assumirá.

18/04/2011

Encontro Nacional do PCP - Voz do Operário

Há Alternativa - Uma Política Patriótica e de Esquerda

E a Voz do Operário estava assim:











E o que é importante ser dito:

Da intervenção de encerramento do Encontro, de Jerónimo de Sousa, que pode ser lida na totalidade aqui.


"(...)Nunca como hoje se tornaram tão evidentes as consequências de anos consecutivos das mesmas políticas e do rotativismo direitista da alternância sem alternativa que tomou conta do país nas últimas três décadas.

Nunca como hoje os graves problemas do país apelaram de forma tão incisiva a pôr um ponto final à política de desastre nacional do PS, PSD e CDS e dos seus governos.

O país dificilmente aguenta mais!

Nesta batalha eleitoral que vamos travar convidemos os portugueses a olhar pôr um momento ao percurso destes últimos anos, nomeadamente para estes últimos dez, para falar só destes anos que estão mais próximos.

E olhando verificar como se avolumando ano após ano os problemas sociais, mas também os problemas do país e quanta impostura estava envolvida no discurso dos sacrifícios, sistematicamente renovado, dos partidos que têm estado no governo do país.

Quanta intrujice estava contida nesse discurso que pedia sacrifícios e mais sacrifícios a quem menos podia, como hoje continua a pedir ou melhor a impor, com a promessa de um futuro melhor que nunca chegou.

Ao contrário o que chegou nestes anos com dois governo do PSD/CDS e três governos do PS foi a duplicação da taxa de desemprego com a continuada destruição da nossa indústria, agricultura e pescas; a proliferação crescente da precariedade laboral; a degradação acentuada da situação social e do custo de vida com o ataque aos salários e às pensões; o ataque aos serviços públicos e ao direito à saúde e à educação tornando-os cada vez de mais difícil acesso e mais caros; a pobreza, as dificuldades, a degradação das condições de vida e o drama a muitos mais milhares e milhares de portugueses.

O que chegou foi a duplicação da dívida externa e de todos os défices das contas externas, porque se continuou a destruição das actividades produtivas e se alimentou a financeirização da economia portuguesa para servir o sistema financeiro.

O que chegou foi a estagnação económica, muito antes da crise do capitalismo internacional, a recessão e o empobrecimento da maioria dos portugueses na razão inversa com que despudoradamente se promovia a acumulação e a centralização da riqueza nacional nas mãos de uma centena de famílias.

Olhando para trás o que vemos são anos de acumulação de milhões e milhões de euros de lucros e património pelas grandes fortunas que possuem e dominam os grandes grupos económicos e financeiros e o enriquecimento da elite que os rodeia.

Olhando para trás o que vimos foi o crescer da corrupção e dos exemplos da crescente promiscuidade entre o poder político e económico.

Perante esta evolução tornou-se comum responsabilizar os políticos – os políticos em geral – pela situação a que o país chegou e, até alguns e não são poucos que metem a colher no “pote” e se servem à vontade, passaram com de ares sobranceria e de um fingido distanciamento a dar para esse para esse peditório.

Vemo-los estimulando e ampliando uma campanha, metendo tudo no mesmo saco e fazendo esquecer os verdadeiros e decisivos mandantes – os grandes grupos económicos e financeiros – e até as políticas dos ditos políticos e a quem servem.

Trata-se de uma campanha que ganhou nos últimos tempos uma nova dimensão. Uma campanha que explorando o legítimo desencanto de todos quantos se viram
sucessivamente enganados pelo apoio e voto que deram aos partidos da política de direita tem o claro propósito de dificultar a afirmação de uma alternativa ao poder da oligarquia económica que domina a vida do país.

Este é um problema que precisamos de dar mais atenção, colocando em confronto e estimulando o debate. É preciso confrontar e questionar com frontalidade de que de políticos estão a falar, quando falam de todos iguais.
Se daqueles que nestes últimos trinta anos servem e garantem os interesses do poder económico e sua influência política nesse circulo fechado do bloco direitista e dos interesses do PS, PSD e CDS que anda a rodar entre o ministério, a secretaria de estado, a administração das empresas, públicas e privadas ou dos que na sua intervenção política denunciam e combatem, como o fazem os militantes do PCP e os activistas da CDU, não apenas essa promiscuidade aviltante, mas a natureza de classe de uma política ao serviço dos grandes interesses.

Não! Não somos todos iguais e nem os partidos, nem os projectos!

Há entre a intervenção política e as políticas defendidas pelo PCP e pela CDU e as daqueles que de governo em governo foram comprometendo o futuro do país uma abissal diferença.

E bastaria olhar para este último ano e meio de vida do II governo do PS de José Sócrates para concluir que assim é.

Desse governo que agora terminou o seu mandato e que perante o agravamento de todos os problemas do país se mandou como “gato a bofe” às condições de vida dos trabalhadores e do nosso povo, para depois se apresentar como vítima de uma crise política que ele próprio despoletou e desejou com a ligação que impôs da rejeição do seu quarto pacote de medidas de austeridade à queda do governo com o objectivo de transferir para outros as suas responsabilidades na instabilidade crescente que a sua política introduziu na vida dos portugueses e no país.

Desse governo que encontra sempre noutros a razão do fracasso das suas políticas!

Deste governo que, de braço dado com o PSD e o apoio do CDS, conduziu país para a mais grave crise económica e social da vida democrática e que conheceu no último ano com os seus PEC e medidas de drástica austeridade uma ainda mais preocupante evolução.

(...)"

17/04/2011

A Lista da CDU - Castelo Branco

Por uma Política Patriótica e de Esquerda!


Na apresentação pública da candidatura da CDU no círculo de Castelo Branco às eleições para a Assembleia da República de 5 de Junho de 2011, na Covilhã, com o auditório da Escola Secundária Quinta das Palmeiras completamente cheio, Vitor Reis Silva na sua intervenção afirmou que tal como o País, também o Distrito de Castelo Branco precisa de uma política Patriótica e de Esquerda.

Pode ser lida aqui toda a intervenção do candidato na sessão de apresentação.

Vitor Reis Silva é professor de Educação Física. É director do agrupamento de Escolas do Paul. Já desempenhou vários cargos políticos: vereador na câmara municipal e actualmente é deputado da Assembleia Municipal da Covilhã.


A lista da CDU é composta por oito candidatos, sendo quatro efectivos e quatro suplentes. As fotos seguintes mostram os candidatos acompanhados da mandatária distrital, Ana Maria Leitão.

14/04/2011

A ingerência e o desastre

Ajuda Externa pode agravar ainda mais situação económica do país!

Quem escreveu isto?

É claro que pensamos imediatamente que foi alguém ou alguma instituição que considera a vinda dos
homens do fraque (os homens do FMI) uma ingerência e um desastre para o povo português.
Mas não. Não foi o PCP, que realizou um comício em plena Rua Augusta, na Baixa de Lisboa sob o lema:
Contra a Ingerência e o Desastre - Por uma Política Patriótica e de Esquerda


Foi a insuspeita Universidade Católica que num estudo realizado pelo Núcleo de Estudos de Conjuntura da Universidade Católica (NECEP) chegou à conclusão que "para já, num exercício ainda meramente indicativo, o recurso à ajuda externa possa implicar uma contracção do PIB de 1,4% em 2011 e de 2,2% em 2012". Para já um decréscimo de 3,5% do PIB em dois anos. Falta o resto que eles não dizem e aquilo que a experiência da Irlanda e da Grécia nos pode ensinar. Em vez de saírem da crise estão cada vez piores.

Em resumo a "Ajuda Externa" vem para nos afundar. Os
homens do fraque estão aí porque o PS, o PSD, o CDS-PP e o Presidente da República os chamaram, cedendo à chantagem da banca nacional, da União Europeia e dos especuladores internacionais.

12/04/2011

CDU apresenta lista de candidatos

A Luta, Sempre a Luta!

A vinda dos vampiros do FMI, do BCE e da UE e as ameaças que pairam no ar de "cortes de salários" , de "aumento de impostos" e de outras "medidas" que não vão ajudar a resolver os problemas económicos de Portugal, obrigam-nos a intensificar a luta. Sempre a luta!
No próximo sábado na Covilhã é importante a presença de todos.
A participação nesta sessão já é uma forma de lutar contra as intenções dos coveiros de Portugal.


11/04/2011

Temos de mudar de política

Onde nos conduziram 35 anos de políticas erradas desenvolvidas por PS, PSD e CDS!

A leitura da notícia publicada hoje, dia 11 de Abril, leva-nos a concluir que durante, pelo menos, trinta e cinco anos de políticas erradas conduziram o país ao desastre e o povo à pobreza, à miséria, a uma vida cada mais difícil.

Hoje, para muitas famílias e portugueses, é impossível cumprir os compromissos assumidos para obter os serviços essenciais a uma vida minimamente digna.

- 28% dos portugueses têm mais dificuldade (não pagam a tempo) as despesas de água, electricidade e gás.
- 25% dos portugueses não pagam no prazo estabelecido despesas de alimentação.
- 23% não pagam a conta da renda da casa ou a prestação da habitação dentro do prazo.
- 18% têm dificuldades em pagar atempadamente as despesas/mensalidades com a escola, creches, ATL's, Lar de Idosos.
E podíamos também dizer que que 40% dos portugueses diminuíram as despesas destinadas ao lazer.

Podíamos também dizer que a qualidade de vida diminuiu em termos gerais: consumo de mais produtos sem marca (produtos brancos) e para muitos produtos de menor qualidade.

Fora dos resultados desta sondagem é importante dizer também que o número de famílias apoiadas pela Cáritas são mais 40% desde Novembro, sendo cerca de 25 mil famílias a receber ajuda social.

Este retrato da sociedade dá bem a imagem do desastre a que nos conduziram os mesmos de sempre: Mário Soares/PS, Cavaco Silva/PSD, Guterres/PS, Durão Barroso/PSD,, Portas/CDS Sócrates/PS e outros, como Passos Coelho/PSD que se preparam para enterrarem definitivamente o país.

É tempo de mudar de política porque a crise tem solução, mas não a que nos querem impor com a vinda do FMI, do BCE e da UE
. O dia 5 de Junho está perto. É preciso aproveitar a ocasião. Não podemos perdê-la. É tempo de dar uma vassourada na canalha que nos (des)governa.

10/04/2011

O FMI chega na terça-feira

Os vampiros vêm aí pela calada, como habitualmente.

Não vale a pena estar a relembrar o que foi a saga da chamada "Ajuda" a Portugal, porque todos sabemos o que se foi passando e onde acabou, com a cumplicidade de Sócrates/PS e Passos Coelho/PSD.
O que acontece é que na próxima terça-feira temos aí, pela calada, os representantes da Comissão Europeia, do Banco Central Europeu (BCE) e do FMI, qual grupo de vampiros que vem sugar o pouco que nos resta, em termos económicos. A última restea de independência em relação à Europa foi-se, porque quem vai decidir são eles. Basta ver as medidas que propõem, publicadas em inglês. Em português não se sabem quais são as medidas concretas. Estão no "segredo dos deuses".
The programme will be based on three pillars:
- An ambitious fiscal adjustment to restore fiscal sustainability.
- Growth and competitiveness enhancing reforms by removing rigidities in the product and labour markets and by encouraging entrepreneurship and innovation, allowing for a sustainable and balanced growth and unwinding internal and external macroeconomic imbalances, while safeguarding the economic and social position of its citizens. This should include an ambitious privatisation programme.
- Measures to maintain the liquidity and solvency of the financial sector.
The set of measures announced by the Portuguese authorities on 11 March is a starting point in this regard.

Traduzindo de uma forma sintética (peço desculpa por alguma falha), diz o seguinte:

O Programa basear-se-à em três pilares:
- Um ambicioso ajustamento fiscal para restaurar a sustentabilidade fiscal.
- Crescimento e competetividade com base em reformas para remover as rigidezas na produção e mercados laborais (...), enquanto se salvaguardam as posições económicas e sociais dos cidadãos. Isto inclui um ambicioso programa de privatizações.
- Medidas para manter a liquidez e solvência do sector financeiro.
As medidas anunciadas pelas autoridades Portuguesas a 11 de Março é o ponto de partida para esta proposta.

Analisando:
"ajustamento fiscal" - imaginem o que quer dizer - aumento de impostos, especialmente os que são pagos por quem trabalha.
"remover as rigidezas na produção e mercados laborais" - facilitar despedimentos, baixar o custo dos despedimentos; logo, aumento do desemprego, etc,etc,etc.
"salvaguarda das posições económicas e sociais dos cidadãos" - o que é que isto quer dizer? cortes nos salários, despedimentos na Função Pública? - por exemplo.
"ambicioso programa de privatizações" - já levaram os anéis e agora querem levar os dedos. Querem encher os bolsos da canalha com o sistema de saúde, da educação, etc,etc,etc.
"Medidas para manter a liquidez e solvência do sector financeiro" - claro, aqueles que provocaram a crise (a banca) vão ser "protegidos".
Quem vai pagar? Quem trabalha. É para isso que eles começam pelo PEC IV, pondo em causa as decisões do Parlamento português.
E vêm pela calada como vampiros.

08/04/2011

Os cedros da Sra. de Mércules

Isto é que foi uma pressa!

O meu amigo Chacal, que é uma pessoa atenta e avisada ao que se passa cá no burgo, ou na freguesia, mostrou-me in loco o trabalho que estava a ser feito. Era o mínimo que se podia fazer. Depois da violência da destruição dos cedros, só era aceitável a substituição por árvores novas, que segundo uns zunzuns que eu ouvi vão ser ... tílias!



















Há pelo menos duas coisas que foram preservadas: a calçada e os muros. No entanto, penso que podia ser feita uma beneficiação, sem destruir o que lá se encontra. O santuário fica numa zona rural e de certeza que ficaria bem uma escadaria em mármore! O que acham? Era o que se pode chamar uma mais valia, à boa maneira do sr. Morão /PS!

07/04/2011

Nunca tiveram vergonha!

Só enganam quem quer ser enganado!

Eles não estão preocupados com o país e os portugueses.
Quando se vai anunciar uma medida de tal maneira gravosa para o futuro do nosso país e nosso futuro, o primeiro- ministro a única preocupação que tem é perguntar ao "LUIS" se fica bem na imagem.
Aqui fica a desvergonha para que a julguem hoje e no dia 5 de Junho. Só merecem uma vassourada.


http://www.youtube.com/watch?v=Z7DY4G4QQPU&feature=player_embedded

06/04/2011

Palavras para quê!


Bastaram dois dias após o Conselho de Estado, com a intervenção da banca, e lá vai Sócrates a pedir batatinhas a Bruxelas.


Apresentam-se a seguir alguns

(Extractos de uma cronologia publicada pelo Público)

19 Mar - O primeiro-ministro revela que não está disponível para governar com a ajuda do Fundo Monetário Internacional (FMI) e reafirma que Portugal não precisa de ajuda externa.
24 Mar - O ministro da Presidência (Pedro Silva Pereira) afirma que, apesar da crise política, o Governo continua a considerar evitável o recurso de Portugal à ajuda externa.
25 Mar - O primeiro-ministro assegura em Bruxelas que Portugal não precisa de ajuda externa para financiar a dívida pública.

25 Mar - Jerónimo de Sousa recusa dar “aval” a um pedido de ajuda externa, considerando que se trata de “uma ameaça” que condicionaria a “soberania”, a “economia” e os “direitos sociais”.

31 Mar
- O ministro da Presidência (Pedro Silva Pereira) afirma que um eventual pedido de ajuda externa por parte do Estado envolveria uma negociação de condições, que ultrapassaria as competências de um Governo de gestão. O PSD contesta a ideia de que o Governo não tem condições de pedir ajuda financeira externa.

04 Abr - José Sócrates lamenta ter sido “o único dirigente político” a alertar para as consequências do chumbo do PEC e afirma que fará “tudo” para evitar um pedido de ajuda externa. Por outro lado, nega que tenha sido discutido na reunião do Conselho de Estado o recurso a um empréstimo intercalar.

06 Abr - O presidente da Associação Portuguesa de Bancos (APB) considera “urgente” que Portugal peça ajuda externa financeira à Europa, já que os bancos nacionais não têm mais dinheiro para emprestar.

06 Abr - José Sócrates anuncia que endereçou à Comissão Europeia um pedido de assistência financeira.


E sobre este pedido de financiamento externo anunciado pelo Governo, Bernardino Soares afirmou que a situação actual do país não resulta do chumbo do PEC 4, mas sim das políticas de desastre nacional impostas por PS, PSD e CDS, com apoio do Presidente da República. A aplicação de mais medidas de austeridade só vai piorar a já grave situação do país.

É preciso que a verdade seja dita!

O artigo que se segue pode ser lido na íntegra em resistir.info


O BCE financia a especulação dos bancos

– A banca em Portugal lucrou 3.828 milhões € em três anos à custa das famílias, das empresas e do Estado
– Dilema actual: ou esta situação é alterada rapidamente ou o país tem de sair da zona euro

por Eugénio Rosa [*]
Tal como aconteceu antes da crise de 2008, em que os bancos financiaram os especuladores, a uma taxa de juro baixa, para que pudessem depois obter elevados lucros, agora também o Banco Central Europeu (BCE) está a financiar a banca a uma taxa de juro também muito baixa (1%), não impondo quaisquer limites na utilização desse dinheiro, para que depois os bancos possam obter lucros extra à custa das taxas de juro elevadas que cobram não só aos Estados, mas também às famílias e às empresas. É um esquema que interessa tornar claro para todos, embora os comentadores oficiais com acesso privilegiado aos media nunca se refiram a ele, procurando assim ocultá-lo. Por isso vamos voltar a ele. E esse esquema "diabólico" é o seguinte.

Antes de ter entrado para a Zona Euro, Portugal possuía um Banco Central (Banco de Portugal) que podia emitir moeda (escudos), e que comprava divida ao Estado a uma taxa reduzida, assegurando assim o seu financiamento e também garantindo que nunca o Estado entrasse em falência porque o Banco de Portugal disponibilizava sempre os meios financeiros para que o Estado pagasse os seus compromissos. As únicas limitações eram em relação à divida externa, que teria ser paga em divisas o que obrigava o Estado a recorrer fundamentalmente ao endividamento interno para se financiar, e a necessidade de evitar que a inflação disparasse.

Com a entrada para o euro, o Banco de Portugal e o Estado português perderam esse poder que passou para o Banco Central Europeu (BCE). Só ele é que pode emitir euros. Para além disso, foi introduzida uma norma nos Estatutos do BCE que proíbe que este banco compre directamente dívida aos Estados. No entanto, pode comprar dívida soberana, ou seja, dos Estados, no chamado "mercado secundário" onde têm acesso os bancos. Portanto, está-se perante a situação caricata que permite à banca especular com a divida emitida pelos Estados, que é a seguinte: o BCE não pode comprar directamente a dívida ao Estado português, mas já pode comprá-la aos bancos que a adquirem. E então o esquema especulativo montado pela UE e pelo BCE para enriquecer a banca à custa dos contribuintes, das famílias, e do Estado português é o seguinte: a banca empresta às famílias, às empresas e ao Estado português cobrando taxas de juro que variam entre 5% e 12%, ou mesmo mais, depois pega nessa divida, titularizando-a, e vende-a ao BCE obtendo empréstimos a uma taxa de juros de apenas 1%.

Vejamos então quais têm sido os efeitos para Portugal deste sistema especulativo, que tem sido sistematicamente ocultado pelo governo e pelos comentadores oficiais, financiado pelo BCE, banco este que, em principio, devia servir os Estados que constituem a Zona Euro e não a especulação.

05/04/2011

As propostas existem


O Secretário Geral do PCP, Jerónimo de Sousa, apresentou hoje, terça-feira - dia 5/Abril - um conjunto de propostas para combater a crise. Apresentamos a seguir os principais pontos e o texto completo pode ser lido aqui.

Renegociar a dívida pública - Desenvolver a produção nacional

Face à situação insustentável que está criada e aos seus possíveis desenvolvimentos nos próximos tempos, o PCP considera que o Estado português deverá assumir, em ruptura com a actual política, as seguintes posições:

A renegociação imediata da actual dívida pública portuguesa – com a reavaliação dos prazos, das taxas de juro e dos montantes a pagar – no sentido de aliviar o Estado do peso e do esforço do actual serviço da dívida, canalizando recursos para a promoção do investimento produtivo, a criação de emprego e outras necessidades do país.

A intervenção junto de outros países que enfrentam problemas similares da dívida pública – Grécia, Irlanda, Espanha, Itália, Bélgica, etc – visando uma acção convergente para barrar a actual espiral especulativa, a par da revisão dos estatutos e objectivos do BCE e da adopção de medidas que visem o crescimento económico, a criação de emprego e a melhoria dos salários.

A adopção de uma política virada para o crescimento económico onde a defesa e promoção da produção nacional assuma um papel central – produzir cada vez mais para dever cada vez menos. Com medidas imediatas que visem o reforço do investimento público, a aposta na produção de bens transaccionáveis e por um quadro excepcional de controlo da entrada de mercadorias em Portugal, visando a substituição de importações.

A diversificação das fontes de financiamento, retomando uma política activa de emissão de Certificados de Aforro e de Tesouro e de outros instrumentos vocacionados para a captação de poupança nacional, bem como o desenvolvimento de relações bilaterais encontrando formas mais vantajosas de financiamento. Uma política de diversificação também das relações comerciais, mutuamente vantajosas, com outros países designadamente de África, Ásia e América Latina.

A avaliação do conjunto de situações que envolvem as chamadas Parcerias Publico Privadas, visando, de acordo com o apuramento, a renegociação ou cessação de contractos que se mostrem ruinosos para o Estado.

04/04/2011

As Scuts e as portagens - a luta continua!

Na próxima sexta-feira - dia 8 de Abril - há MARCHA LENTA!

03/04/2011

O PEC IV e o PS; o FMI e o PSD

O que querem fazer deste país?

O PS/Sócrates apresentou 3 PEC's para ultrapassar a crise. Alguém conseguiu ver alguma melhoria? Foi de mal a pior com cortes nos salários da Função Pública, aumento de impostos, cortes nos apoios sociais, aumento do desemprego, etc, etc, etc. Ao apresentar o 4º PEC por ordem da UE/Alemanha com mais cortes de salários, mais impostos, mais desemprego, mais miséria, mais pobreza, a situação agravou-se e foi ao ar.

O PSD/Passos Coelho já há muito tempo que anda a perfilar-se para ir para o "poleiro". Mas não tem nada de novo para apresentar. Todas as medidas dos PEC's de Sócrates foram aprovadas pelo PSD/Passos Coelho. Votou contra o PEC IV porque as medidas propostas não iam tão longe como eles queriam.

Queriam mais para os amigos. Basta dizer que a fortuna dos três mais ricos de Portugal (Belmiro, de Azevedo, Américo Amorim, Alexandre Soares dos Santos) aumentou o ano passado (tempo de crise) 1400 milhões de euros. A crise é para os pobres, eles engordam. A fortuna destes três "patriotas" ascende a 6380 milhões de euros, ou seja 3,6% do produto interno bruto nacional ou seja mais do que o rendimento anual de "cerca de três milhões de portugueses". Isto é uma obscenidade, já que o grande capital continua a pagar impostos ridículos.

Por outro lado o PSD/Passos Coelho continua a insistir na tecla do FMI, como a solução para o combate à crise. É sabido que a Grécia e a Irlanda tiveram de aceitar a "ajuda" do FMI e da UE. O que é que aconteceu? Segundo o jornal "SOL" "O preço das medidas de austeridade impostas pelos planos de ajuda do Fundo Monetário Internacional (FMI) e da União Europeia (UE) à Grécia e à Irlanda estão a ter um forte impacto na vida das populações. «A ajuda externa tornou-nos mais pobres, cépticos e pessimistas quanto ao futuro. Os sonhos acabaram», diz ao SOL Afroditi Kalomari, jornalista grega residente em Atenas e membro da Federação Internacional de Jornalistas."

E a maioria dos irlandeses afirma que o pior está para vir.

Alguns gregos entrevistados afirmam:
«Se tiverem coragem, mandem o FMI dar uma volta. Se não, façam como os gregos, voltem a aprender a cultivar a terra, a organizar festas com bebidas baratas e desliguem a TV quando a publicidade começar».

A intervenção do FMI não resolveu os problemas, nem da Grécia, nem da Irlanda. Antes os agravou.

A intervenção do FMI em Portugal iria trazer à semelhança do que aconteceu nos países referidos o agravamento da crise e o aumento da pobreza e da miséria. A medida padrão do capitalismo internacional, que o FMI representa é a redução dos salários, o embaratecimento dos despedimentos, o corte nas pensões, etc, etc, etc.
Alguém tem de ganhar se os trabalhadores perdem. Quem será?
O grande capital, o grande patronato. Se há diminuição de salários, quem ganha é o .... capital.