Não estamos nem nunca estaremos de acordo com o derrube de árvores em praças para construir parques subterrâneos de estacionamento, de necessidade duvidosa ou absolutamente desnecessários. Basta visitar alguns como o parque de S. Bento (está a maior parte do tempo às moscas) e outros. As árvores, algumas delas belos exemplares, foram deitadas abaixo e substituídas por pedra e banheiras de granito com exemplares que nunca crescerão; por relva para dizerem que têm verde (retrete de cães) ou por espécies que nunca serão árvores para dar sombra de que a cidade tanto necessita.
Nunca estaremos de acordo com a destruição de jardins tradicionais e antigos por “coisas” pós-modernas, exemplares típicos do saloísmo espartalhoco e vazadouros de dinheiro, mais necessário e urgente noutras obras. E contrariamente ao que se afirma as árvores escolhidas parece que não se adaptam. O que está a acontecer a estas? Parece que estão a secar.