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30/10/2012

Alguém tem dúvidas onde esta gente quer chegar?


 As notícias que se seguem evidenciam sem margem para dúvidas que os objectivos do governo são criar DESAMPARO, MISÉRIA, DESESPERO, MEDO,...
... mas o povo e os trabalhadores sabem que a LUTA é a única forma derrotar esta canalha e de manter a esperança num futuro melhor.



 Portugal perde 650 mil empregos

As estimativas relativas ao período entre 2008 e 2013 são do Conselho Económico e Social e colocam Portugal entre os países onde o desemprego mais tem subido. 


- Quando o desemprego dispara para números inimagináveis;
- quando a fome está a atingir 3 000 000 (três milhões de pessoas);
- alguém tem dúvidas que esta gente quer dominar o povo pelo empobrecimento e  pela miséria?
- e não digam  que é incompetência; eles sabem MUITO BEM o que estão a fazer e isso mesmo que querem fazer.

30/06/2009

ENCERRAMENTO DA EMPRESA MATEUS E MENDES - Castelo Branco


Mais uma vez o Grupo Parlamentar do PCP através de um dos seus deputados, João Oliveira, vem confrontar o Governo, Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social, com as suas responsabilidades para evitar o encerramento da empresa, a defesa dos postos de trabalho e os direitos das trabalhadoras, apresentando um requerimento sobre o assunto constante do título.
O requerimento diz o seguinte:

Exmo. Sr. Presidente da Assembleia da República

Foi recentemente anunciada a decisão de encerramento da empresa Mateus e Mendes.

Esta empresa, do sector do têxtil e vestuário, empregava cerca de 150 trabalhadoras e encontrava-se há já algum tempo numa situação de grande dificuldade, tendo-se iniciado entretanto o processo de insolvência.

Precisamente no momento em que o administrador de insolvência deveria apresentar um plano de recuperação, surge o anúncio do despedimento de todas as trabalhadoras e do fim da empresa.

As propostas apresentadas pelo sindicato, que incluíam por exemplo a suspensão dos contratos de trabalho até que houvesse uma decisão da assembleia de credores sobre a falência ou a recuperação da empresa, não foram consideradas e avançou-se para o despedimento.

Esta situação é preocupante pelo que significa de destruição de postos de trabalho numa região já tão flagelada pelo desemprego e pelas consequências graves que tem na vida daquelas 150 trabalhadoras.

Num momento em que o Governo deveria empenhar-se em defender os postos de trabalho e os direitos dos trabalhadores, assistimos ao cruzar de braços perante as dificuldades sem que haja qualquer intervenção concreta para manter os postos de trabalho e apoiar empresas em dificuldades.

Enquanto encontra milhares de milhões de euros para garantir à banca elevados lucros mesmo em tempo de crise económica e social, o Governo não disponibiliza verbas muito inferiores que seriam necessárias para apoiar a manutenção do emprego e para defender os direitos dos trabalhadores que acabam por ser quem paga a crise que não criou.

É inaceitável que o Governo continue a tentar ignorar que milhares de trabalhadores continuam a ser tratados como peças descartáveis de uma máquina de fazer fortuna nas mãos de uma pequena minoria e vêem os seus postos de trabalho serem destruídos e o seu futuro posto em causa.

Assim, e ao abrigo das disposições legais e regimentais aplicáveis, venho perguntar através de V. Exa., ao Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social, o seguinte:

1 . Que conhecimento tem o Governo da situação existente na empresa Mateus e Mendes?
2 . Que medidas tomou o Governo para evitar o encerramento da empresa e defender os direitos das suas trabalhadoras? Concretamente, que medidas desenvolveu o Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social no âmbito do processo de insolvência para assegurar que os direitos das trabalhadoras não eram postos em causa?
3 . Como avalia o Governo esta decisão de lançar para o desemprego mais 150 trabalhadoras sem considerar as propostas apresentadas pelo sindicato com vista à manutenção dos postos de trabalho?
4 . Que medidas vai o Governo adoptar para defender os postos de trabalho em causa e os direitos das trabalhadoras, nomeadamente da ACT?

Palácio de S. Bento, 25 de Junho de 2009
O Deputado,
João Oliveira

Entretanto, reuniu no dia 29 de Junho a Assembleia Municipal de Castelo Branco, onde os grupos do PS, com excepção de um deputado, e do PSD se abstiveram na votação de uma moção de solidariedade com as trabalhadoras da empresa Mateus e Mendes. E os senhores presidentes de Junta de Freguesia mostraram que a solidariedade também não é com eles.
Parece-me que não é preciso dizer mais para saber quais são os interesses desta gente. Os dos trabalhadores não são certamente.

23/02/2009

Duas notícias de choque

O Desemprego continua a aumentar

Só no mês de Janeiro de 2009 o número de novos desempregados inscritos nos centros de emprego foi de 70 334 trabalhadores. Em relação a Dezembro/2008 é um aumento de 44,7%.
Que significado têm estes números?
- Que a crise está a afectar cada vez mais as empresas e algumas com lucros aproveitam para despedir ignorando a sua responsabilidade social e os trabalhadores pagam as favas.
- Os 8,5% que o governo previa de desemprego para 2009 vai na enxurrada.
- São os trabalhadores precários os mais prejudicados.
- Destes trabalhadores apenas cerca de metade vai receber subsídio de desemprego e o governo recusa uma proposta de lei do PCP para alterar essa situação injusta.




A Procuradoria Geral da República investiga 138 casos de violência nas escolas no ano de 2008

A maior parte dos casos diz respeito a agressões violentas e registadas a partir de Abril de 2008.
Os professores são vítimas de ameaças e agressões de todo o tipo: dentadas, murros, pontapés, ameaças com armas brancas e pistolas, agressões verbais,...
Segundo o Procurador Geral é vulgar os alunos levarem "pistolas de 6,35 e 9mm para as escolas. Para não falar de facas, que essas são às centenas". Podem estar descansados os professores e empregados que estão seguros e bem guardados.
Falta saber, mas não registos anteriores, os dados dos outros anos. Era importante saber por comparação se a política deste governo poderá ter tido ou não influência nestes números. Não podemos esquecer a política educativa de desvalorização da escola pública e dos professores.
Também a política social e de trabalho poderá ter a sua quota parte de responsabilidade.