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28/10/2012

Como hoje é domingo...

...escolhemos apenas duas notícias que ilustram bem  o drama que o povo deste país é obrigado a viver provocado pela canalha que nos (des)governa. 

Se hoje já se fala em mais de três milhões de pobres (3 000 000), quando chegarmos a 2017 que é o ano em que os bandidos prevêem que atinjamos o nível de 2007 (isso é o que eles dizem, mas nós já sabemos como eles são "bons" a mentir e "óptimos" a fazer previsões), nessa altura , pelo menos metade da população portuguesa viverá na MISÉRIA.

Não podemos ter a memória curta e mais,
TEMOS DE LUTAR CONTRA A BANDITAGEM , TEMOS DE CORRER COM ELES. ESTÁ NA HORA! 

"Economia portuguesa recua para o nível de 2000 em 2013


As previsões do Governo e da 'troika' apontam para que a economia portuguesa vá encolher no próximo ano para o nível mais baixo desde o ano 2000.
Considerando as previsões do FMI divulgadas na quinta-feira, nem em 2017 o Produto Interno Bruto (PIB) real português conseguirá ultrapassar o máximo atingido em 2007."
Lusa / SOL


"Há mais de três milhões de pobres no país e o número de sem-abrigo tem aumentado em Lisboa" (SIC)

Ouvir a notícia AQUI



12/10/2012

A canalha ultrapassou os limites!

... a cada dia que passa tudo se torna mais negro e só os "santos inocentes" ainda acreditam que a ladroagem que está no governo está a tentar resolver os problemas do país.

Deixamos aqui algumas das primeiras páginas dos jornais de hoje. Nem mesmo a imprensa que costuma ser a voz do dono e fazer fretes por encomenda acredita na camarilha que está a entregar o país ao capitalismo internacional.






03/10/2012

Quando acorda o Povo Português?



Ontem, dia 2 de Outubro de 2012, li, no Público, uma crónica de um jornalista chamado José Vitor Malheiros, que terminava como segue e que não resisti a publicar neste blog para que os leitores a possam apreciar e reflectir sobre ela:

"O Governo de Pedro Passos Coelho está a dar mau nome à democracia. E o PSD, o CDS e o PS estão a dar mau nome aos partidos.
Vamos reparar só quando for tarde de mais?"


Vamos, por partes:
O actual governo, composto pelo PSD e CDS, tem posto em prática uma política, apresentada como inevitável, que foi "negociada" como todos sabemos com a Troika Internacional (FMI, BCE e UE) e que os portugueses só conheceram  depois de imposta e para a qual "não foram tidos nem achados".

O último episódio  tem a ver com as medidas "encontradas" para obter o mesmo efeito (empobrecimento deliberado de quem trabalha) que a celebérrima Taxa Social Única (TSU), que pretendia roubar aos trabalhadores para dar ao patronato. As já célebres medidas que pretendem obter, pelo menos, o mesmo efeito da derrotada TSU, foram, primeiro, APROVADAS, pela Comissão Europeia (e falta saber se não também pelo FMI e BCE), transformando Portugal numa colónia, protectorado,... e os portugueses servos dos alemães, franceses,...e que já não têm o direito de dirigir a sua CASA. Quem nos conduziu a isto foi um senhor chamado Passos Coelho. Onde andas democracia?

Desde há cerca de trinta e oito anos (38), os chamados "partidos do arco do poder" têm sido o PS, o PSD e o CDS, fazendo uma política completamente diferente quando estão no poder (que procuram atingir sem olhar às mentiras que "vendem") da que apregoam quando estão na oposição (mentem descaradamente). Vejamos um exemplo ou dois:
- "O líder do PSD acusou hoje o Governo de «deslealdade e falta de respeito pelo país» por ter ocultado as medidas que estava a negociar com Bruxelas, considerando que isso põe em causa a confiança dos portugueses no executivo. - Sol em 15 de Março de 2011"- que me perdõe Carlos Castela, mas fui buscar esta citação ao seu Facebook. 

Em 15 de Março de 2011 o actual primeiro ministro acusava o governo da altura daquilo que ele está a fazer hoje. Isto tem nome: Falta de carácter, mentira como forma de vida, engano deliberado,...

- O PS, que  sempre tem apoiado as medidas da Troika, com o argumento balofo de que é um partido responsável, como se não houvesse alternativa às medidas que são impostas aos portugueses, perante a roubalheira que se pretendia fazer com a TSU, ameaçou com uma moção de censura se as medidas fossem adiante, como se o problema fosse apenas a TSU e não toda a política de agressão e esbulho que a Troika tem imposto ao povo português.

Mas, como é um partido responsável, perante o recuo do governo derrotado pela INDIGNAÇÃO do povo, manifestado nas ruas, o PS também deixou cair a ameaça da moção de censura.

Mais do que isso fez o PS. Perante as moções de censura do PCP e do BE, que vão ser discutidas e votadas amanhã na AR, decidiu a Comissão Política do PS que o seu grupo parlamentar irá abster-se na votação. Esta posição não é mais do que puro oportunismo, porque ainda não tiveram a coragem de assumir que estão de acordo com a política prosseguida pelos coveiros do nosso desgraçado país.

Daí que se impõe a pergunta de José Vitor Malheiros sobre aqueles partidos:   
Vamos reparar só quando for tarde de mais?"

18/09/2012

Basta recuar no aumento da TSU?

 
O deputado do PCP, Jorge Machado, fez a declaração que se segue:
"Então se o Governo recuar no aumento da TSU e continuar a roubalheira, fica tudo bem? Importa lembrar que o Governo além do aumento da TSU mantém o roubo dos subsídios dos reformados e trabalhadores da administração pública, quer aumentar o IRS por via da alteração das tabelas e quer, entre outros assaltos, aumentar o IMI. Este governo, esta política não pode continuar não basta um hipotético recuo na TSU para que tudo fique bem."
Impõe-se desde já que se diga que a sua afirmação é altamente pertinente e não pode ser ignorada.
Não é apenas a TSU que está em causa. É tudo o resto. 
Basta lembrar também que aos reformados, além dos subsídios de férias e de Natal, o governo prepara-se para lhes aumentar o IRS e roubar mais uma percentagem da sua reforma entre 3,5% e 10%, o que equivale a, pelo menos, mais um mês de reforma a menos num ano. Ao todo, num ano, vão mais de três meses. Num ano de 12 meses os reformados vão passar a receber apenas 11 meses. 
PODE CONTINUAR ESTA POLÍTICA?
 

09/05/2011

O FMI, a Troika, "o plano de ajuda" e o desastre


A troika nacional (PS/PSD/CDS) esgadanha-se a ver quem consegue agradar mais aos vampiros internacionais

As troikas (já toda a gente sabe quem são) e os troikos (podemos utilizá-lo para designar a comunicação social dominante) falam nas medidas, mas as consequências delas têm ficado esquecidas. Há, no entanto, duas consequências que são imediatas:
1 - A economia portuguesa vai entrar, ou já entrou, em recessão e a riqueza criada este ano de 2011 será inferior em 2% à do ano passado e em 2012 será novamente inferior em mais 2% à deste ano.
Serão 4% de diminuição do PIB (Produto Interno Bruto) em dois anos e a riqueza criada em 2012 estará ao nível de 2005. E falta saber se não continuará a decrescer.
2 - Claro que se a economia decresce, então só pode haver consequências negativas. Uma delas é que o desemprego vai aumentar até aos 13% em 2013 (dizem eles).
Mas o mais "interessante" da questão é que as troikas e os troikos dizem que a economia portuguesa começa a "recuperar" em 2013. Também era melhor que assim não fosse!!!
Primeiro afundam e depois basta uma pequena "melhoria" para começarem a gritar que estamos a recuperar.
Mas agora pergunto eu:
Para recuperar a economia é preciso primeiro enterrá-la? Como se pode recuperar uma economia provocando uma recessão? Ou os objectivos da agressão ao povo e ao país são outros?

05/05/2011

O Primeiro- ministro diz que é um bom "acordo"

Primeira questão: o que é um acordo?
-Parece ser o resultado de uma negociação. Aqui não houve negociação. Houve imposição da "Troika". Definiram o programa e o Governo aceitou sem tugir nem mugir a intervenção externa.
Segunda questão: conteúdo do acordo
Vejamos de uma forma sintética o conteúdo do "acordo":

1. congelamento dos salários e das progressões nas carreiras na administração pública, pelo menos até 2013;

2. redução das deduções das despesas com a saúde, a educação e a habitação no IRS;

3. manutenção dos cortes salariais, do roubo no abono de família e do aumento dos descontos para a CGA, em vigor desde Janeiro;

4. aumento do IVA em bens essenciais e das taxas moderadoras;

5. redução das compartições da ADSE em consultas, diagnóstico e medicamentos ;

6. eliminação das isenções do IMI, aumento deste imposto e dos valores matriciais das habitações [além do fim das isenções é um duplo aumento do imposto]

7. encerramento de mais escolas e continuação da constituição de mega-agrupamentos com a consequente redução do número de professores e educadores;

8. cortes no orçamento da educação e da saúde [a somar aos cortes já efectuados com o Orçamento de Estado para 2011]

9. agravamento dos impostos na factura da electricidade e do gás.

Este conjunto de medidas supera, na vida das famílias, o valor do subsídio de férias ou de Natal.

Tudo isto em simultâneo com decisões a favor de quem devia e podia pagar:

a banca e os grandes grupos económicos não pagam nem mais um cêntimo; o Estado vai assumir os prejuízos originados com as vigarices no BPN; do total dos 78 mil milhões do "empréstimo", 12 mil milhões vão para a banca, a que se juntam mais 35 mil milhões em garantias que o Estado (o tal que precisava da ajuda dos bancos!!!) vai dar aos bancos.

Estas medidas fazem com que sejam os mesmos do costume a pagar os problemas e dificuldades do país – pagam aqueles que vivem do seu trabalho.

Depois disto tudo digam lá para quem é um bom "acordo". Se não fosse um bom "acordo", onde é que íamos parar?

5 de Junho impõe uma mudança - Uma política Patriótica e de Esquerda