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20/10/2010

Que nome deve ter o OE (Orçamento de Estado) para 2011?

Eu diria que é um "assalto" ao bolso de quem trabalha. É a manifestação mais feroz do que é o capitalismo selvagem.

As medidas avançadas, ao contrário do que dizem aqueles que as propõem e querem pôr em prática (governo PS/Sócrates) apoiados pelos que fingem estar contra, mas que na hora da verdade vão aprová-las e tentarão exigir ainda mais (PSD/Passos Coelho), não são para todos, são apenas para alguns. São contra os mesmos de sempre. São contra os trabalhadores e os reformados. Estes é que vão ver o seu salário diminuído, vão sentir os preços dos bens essenciais a aumentar e a sobrar mês para o ordenado, as prestações sociais que ajudam muitas famílias a equilibrar o seu orçamento irão diminuir,...

As reduções salariais, ao contrário do que dizem o PS/Sócrates e o PSD/Passos Coelho, não são para todos. Os banqueiros e os ricos e poderosos que estão sempre a receber benesses dos amigalhaços do governo continuam a aumentar as suas fortunas. Em tempo de crise aumentam ainda mais de forma escandalosa. Basta ver os lucros anuais da banca e dos grandes grupos económicos. Mas também não nos podemos esquecer dos amigalhaços, dos boys, que ocupam os milhares de tachos, muitos deles criados de propósito para eles. Estes também não sentem a crise.

As medidas avançadas no PEC 1, no PEC 2, no PEC 3 e no OE/2011 não são para resolver a crise. Até os papagaios de serviço ( os analistas políticos) e os economistas do sistema, que têm duas e três reformas chorudas e que estão sempre contra quem trabalha defendendo todas as medidas que agravam as suas condições de vida e de trabalho, já começam a mudar de linguagem e a dizer que a economia portuguesa vai entrar em recessão no próximo ano. E já há quem afirme que vamos continuar em crise até 2025. Vamos continuar em crise, nós, os que trabalhamos e que somos reformados.

Dizem eles que não há alternativa a estas medidas. Não é verdade. Há muitas outras medidas que podem ser tomadas. Podem ser lidas aqui. São as propostas do Partido Comunista Português.

Também não é um problema de inevitabilidade. Há muitas outras medidas que podem ser tomadas. É uma questão de opção política.

Com esta política, os trabalhadores, os reformados e o povo que tem apenas o rendimento do seu trabalho para sobreviver só tem um caminho:

É A LUTA. E JÁ HÁ DOIS MOMENTOS MARCADOS

MANIFESTAÇÃO NACIONAL DE TRABALHADORES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA - DIA 6 DE NOVEMBRO

GREVE GERAL - DIA 24 DE NOVEMBRO

Vamos à LUTA que é tempo dela.